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Você encontrará nesta seção algumas informações e dados importantes que poderão auxiliar em suas análises e tomadas de decisão para que sejam preservadas vidas humanas, a produtividade crescente de seus negócios e o seu patrimônio. Atenção!!!
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DESCARGAS ELÉTRICAS ATMOSFÉRICAS EM ÁRVORES Examinamos aqui, de uma forma sumária, as reações da onda de um raio segundo a natureza que lhe é proposto e que pode comportar bom isolante como a pedra ou a madeira seca, maus condutores como a terra ou madeira úmida, meios metálicos contínuos ou, ainda, um trajeto misto que comporte elementos metálicos interrompidos por meios isolantes. Caso o raio se projete sobre um trajeto principal para um isolante, vale dizer, por uma porta fechada, ele tentará contornar ou forçar obstáculos, exercendo sobre a mesmo uma força elétrica. Dispõe, para tanto, de um número considerável de milhões de volts ou será necessário que o isolante seja de boa qualidade para sustentar o choque, sem danos. Se o raio reencontra um trajeto condutor interrompido, a mesma investida se verificarão sobre cada um dos obstáculos sucessivos, com circunstâncias agravantes que as frações condutoras puderem, por vezes, conduzir os altos potenciais até as partes vivas de estruturas e edificações. Se o raio se liga a um trajeto não isolante, mas bastante resistente, a uma árvore, como parte do assunto, poderá muitas vezes penetrar na superfície e os desgastes serão sempre reduzidos. De outro modo, deverá e fará seu caminho para o solo com mais obstáculos e ao preço de enormes quedas de tensão e de um grande consumo de energia. O calor produzido volatizará a seiva da árvore e poderá fazer rachá-la. Quanto às quedas de tensões, estas desenvolver-se-ão no espaço ambiente de um campo elétrico que manifesta propensão do raio de encontrar outros trajetos circundantes. Este explora de alguma forma o espaço, na busca de alguma derivação possível para faísca e, infeliz da estrutura, homem ou animal, que se encontrar muito próximo, |
este reforçará o ponto para fazer passar o gradiente de dissipação. Daí o perigo de se aglomerar ou se encontrar, em momentos de tempestades, nas proximidades de árvores, sobretudo quando estas forem isoladas e de médio ou de grande porte. Considero, enfim, o caso em que o raio encontrará a sua disposição um caminho metálico, bom condutor, como é o caso de cercas, alambrados, fios aéreos de telefonia e ou elétricos, além de outras estruturas metálicas localizadas em áreas residenciais, comerciais, culturais, rurais e industriais, e que se tornam sempre, nestes momentos, em uma das situações de risco e, portanto, muito perigosa, já que também serão atingidas por esta corrente elétrica e também devem ser protegidas por meios adequados de aterramentos. Informo, sobretudo, que como só se protege árvores por razões históricas ou sentimentais e, ainda, sabendo-se que a proteção de árvores pode constituir-se num projeto, muitas vezes de alto custo, e por este motivo não justificaria, se o volume de estruturas for muito grande, na instalação de um sistema de cabos ao longo de seus troncos e galhos, seguido de tomadas de terra, as quais devem ter proporções equivalentes as dimensões de cada raiz, considero importante, tomar-se precauções através de uma orientação que poderá ser dada à sociedade de um modo em geral, quanto ao uso correto das diversas áreas e instalações, alertando-as para que permaneçam distantes das árvores, por ocasião da formação de nuvens carregadas e, principalmente, nos momentos de tempestade. Em locais onde são acondicionados produtos perigosos, tais como inflamáveis e explosivos, não se deve ter estas estruturas, tendo em vista que estas áreas devem ter espaços livres de 15 metros no mínimo, espaços estes considerados como zonas de aproximação e combate a incêndio e, portanto, devem permanecer desobstruídos. |
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Correspondência
- Vinhedo |
São
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